segunda-feira, março 26

Instituto Rogerio Steinberg e Francisco Cabrita

Carta recebida pelo IRS agradecendo a parceria com a Escola:

"O Instituto Rogerio Steinberg agradece a parceria da direção, coordenação e docentes da Escola Municipal Francisca Cabrita, que abriu as portas para que a equipe IRS realizasse atividades de identificação e seleção de crianças e jovens com altas habilidades/superdotação, através do trabalho de Assessoria de Psicologia. A Assessoria de Psicologia é um projeto de consultoria nas escolas da rede municipal, com o objetivo principal de oferecer colaboração aos professores na identificação de alunos superdotados, através de uma assessoria direta ao professor, a partir de sua própria demanda, estudando casos individuais de alunos que apresentam indicadores de altas habilidades."

Nós quem agradecemos pela parceira do Instituto que tem sido de grande relevância!

quarta-feira, março 14

Dia Nacional da Poesia

Pesquisa e edição: Layanna Souza, Pilar França e Sarah Cardoso.

O dia 14 de março é fruto de uma homenagem ao renomado poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871) por este ser o dia do seu nascimento. Castro Alves era conhecido como ‘’poeta dos escravos’’ por lutar pelo fim da escravidão, além de ser defensor do sistema republicano de governo (democracia). Seu primeiro poema que retratava a escravidão foi “A Canção do Africano” publicado em A Primavera, mas sua poesia mais famosa foi “Navio Negreiro”. Por isso o Núcleo de Comunicação fez essa pesquisa a fim de não deixar esse dia tão especial passar em branco.

A CANÇÃO DO AFRICANO

CASTRO ALVES

Lá na úmida senzala,
Sentado na estreita sala,
Junto ao braseiro, no chão,
Entoa o escravo o seu canto,
E ao cantar correm-lhe em pranto
Saudades do seu torrão...

De um lado, uma negra escrava
Os olhos no filho crava,
Que tem no colo a embalar...
E à meia voz lá responde
Ao canto, e o filhinho esconde,
Talvez pra não o escutar!

"Minha terra é lá bem longe,
Das bandas de onde o sol vem;
Esta terra é mais bonita,
Mas à outra eu quero bem!

"0 sol faz lá tudo em fogo,
Faz em brasa toda a areia;
Ninguém sabe como é belo
Ver de tarde a papa-ceia!

"Aquelas terras tão grandes,
Tão compridas como o mar,
Com suas poucas palmeiras
Dão vontade de pensar...

"Lá todos vivem felizes,
Todos dançam no terreiro;
A gente lá não se vende
Como aqui, só por dinheiro".

O escravo calou a fala,
Porque na úmida sala
O fogo estava a apagar;
E a escrava acabou seu canto,
Pra não acordar com o pranto
O seu filhinho a sonhar!

O escravo então foi deitar-se,
Pois tinha de levantar-se
Bem antes do sol nascer,
E se tardasse, coitado,
Teria de ser surrado,
Pois bastava escravo ser.

E a cativa desgraçada
Deita seu filho, calada,
E põe-se triste a beijá-lo,
Talvez temendo que o dono
Não viesse, em meio do sono,
De seus braços arrancá-lo!

Referência bibliográfica:

Barros, de Jussara – Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-nacional-poesia.htm

terça-feira, março 13

Glaucia Couto, ex-aluna da Escola


Coordenadora Pedagógica Izabel Nobuko ao lado da Gláucia Couto, ex-aluna da Escola Francisco Cabrita, que visitou a nossa escola para "matar saudade" e, se possível, rever seus ex-professores. Hoje, ela é professora e diretora da Escola Municipal Mestre Waldomiro, em São Cristóvão.
É sinal que a Escola Francisco Cabrita deu ótimos frutos.